Tudo bem pessoal? A viagem pedagógica à Chapada Diamantina foi ótima, por isso resolvemos criar esse blog pra deixá-los informados de tudo que aconteceu, além de descobrir algumas curiosidades sobre nossa viagem e as cidades visitadas.

Aproveitem ao Máximo - 1º Ano "B"

Alline Arroxelas, Beatriz Gameleria, Felipe Bida, Jarbas Gabriel, Luanna Ávila, Lucas Oliveira, Paulo Sérgio, Túlio Xavier, Vítor Nogueira.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Nosso Roteiro 2.2

2º Dia | Poço Azul, Morro do Pai Inácio

            Depois de uma longa viagem da cidade de Mucugê, onde tivemos grandes atrações para visitar como a Cachoeira do Tirbutino, o Projeto Sempre Viva e o Museu do Garimpo, fomos visitar o ponto turístico que para a grande maioria de nós foi o melhor lugar que nós visitamos em toda a Chapada, não só pela característica que não se encontra em lugar nenhum no planeta, mas pelo conhecimento que ele nos passa de saber o que a natureza é capaz de proporcionar para seu filhos.
            Professores, alunos e todos os visitantes queriam ver aquele lugar raro de se ver diariamente. Já em sua entrada sentimos a sensação de que ali o homem não podia modificar nada, que a natureza vivia ali, as enormes Colméias de Abelha nos faziam manter um soberano silêncio no meio de tanta alegria e emoção em estar visitando aquele lugar.
            Quando chegamos lá, não estávamos acreditando que exista algo como aquilo, um salão de 40 metros de altura com 61 metros de profundidade, onde através de uma fenda o Sol fazia um raio de luz refletir sobre água e nos possibilitar avistar o fundo do Poço como nunca. Isso tudo, pois as águas do poço são renovadas a cada duas horas, sem a presença de materiais orgânicos em suspensão, além da grande quantidade de calcário presente nessa caverna. Foi uma das melhores experiências turísticas vividas por todos nós naquele paraíso.
            Logo após a nossa visitação ao Poço Azul, chegamos à cidade histórica de Lençóis, que em uma noite de raro esplendor parecia que estava a nossa espera, com lugares sem igual e uma arquitetura Barroca que os nossos olhos pareciam não acreditar. Suas ruas feitas de pequenos pedaços de pedras retiradas da própria Chapada Diamantina encantavam a todos nós pela sua simplicidade e utilidade que representava para a cidade, e nessas mesmas ruas podíamos ainda perceber as marcas dos Bondinhos que ali um dia já trafegaram.
            Depois de notar as belezas de uma cidade fundada pelos Garimpeiros que há décadas atrás vivam dos diamantes retirados da Chapada Diamantina, fomos aproveitar um pouco a linda noite em uma Pizzaria Italiana e a seguinte fomos para o Hotel de Lençóis nos instalar para descansar, porque tínhamos que nos preparar para as novas emoções que nos aguardavam mais tarde.

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